quinta-feira, 17 de julho de 2014

Jovens retomam projeto de teatro e reapresentam o "Morticínio do Cunhaú"














PARA ENTENDER A CRIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE CANGUARETAMA RN

A fundação do município de Canguaretama ocorreu, segundo a historiografia tradicional, por causa de uma disputa pessoal entre dois políticos da região. Sobre esse assunto, Câmara Cascudo escreveu o seguinte:
-O padre José de Matos Silva, vigário de Vila Flor, desde 1846, era do Partido Conservador e zangou-se, ferozmente, com Sebastião Policarpo de Oliveira, senhor do engenho Juncal, do Partido Liberal. Essa intriga deveria ter sua origem nas disputas políticas entre os dois partidos do Império. Padre Matos tentava, então, interromper o crescimento eleitoral de Sebastião Policarpo. Um modo rápido e eficaz seria transferir a sede municipal de Vila Flor para a povoação de Uruá, uma localidade isenta de influências partidárias . Como o Partido Conservador gozava do poder, a tarefa parecia fácil.
Dessa forma, em 1857, o projeto foi rapidamente aprovado pela Assembléia Provincial. A povoação do Uruá se transformaria na sede do município com a denominação de Vila de Canguaretama. A freguesia continuaria em Vila Flor até que a nova vila possuísse um templo decente. Para isso, o governo imperial arcaria com as despesas de construção de um templo religioso.
O presidente da província, Bernardo Machado da Costa Dória, recebeu o projeto para sanção em 20 de abril de 1857. Tinha sido empossado no cargo no início daquele mês e sua resposta foi dada nove dias depois, recusando. Ele pronunciou-se dizendo ser inconveniente essa transferência...
...pois Vila Flor já existia há muitos anos e não era prudente contrariar hábitos antigos, despertando rivalidades que sempre trazem desagradáveis consequências.
Muito contido, Costa Dória opinou que seria melhor a criação de uma nova vila do que uma transferência irrefletida e precipitada. Lembrou ainda que o projeto criaria uma despesa imediata de dois contos de Réis e, certamente, outras para o futuro.
O padre José de Matos , então, aguardou outra oportunidade, que não tardou muito. Em 19 de maio de 1858, Costa Dória deixou o cargo, mas ainda não era o momento . O padre esperou o outro presidente, Antônio Marcelino Nunes Gonçalves, tomar posse em 18 de junho de 1858. Essa era a oportunidade. Como presidente da Assembleia Provincial , o padre José de Matos Silva reenviou o projeto original, pedindo a sanção. Parecia combinado. Um mês depois de assumir o cargo, o novo presidente sancionou sem discutir e, talvez, sem fazer nenhuma leitura do projeto.
Dessa forma, entrou em vigor a Lei n° 367, de 19 de julho de 1858. Canguaretama passou a ser um dos municípios do Rio Grande do Norte. Vila Flor ficou reduzida à condição de simples povoação dentro do território que foi a sede durante 89 anos. O padre Matos deveria ter um imenso poder sobre todos os seus paroquianos, além de uma maioria inquestionável na Câmara de Vila Flor.
O escritor Luís da Câmara Cascudo dizia ter vasculhado o arquivo da Assembleia Provincial à procura de algum protesto contrário à transferência, mas não o encontrou. Com exceção de Sebastião Policarpo e de Costa Dória, não houve ninguém contra. Parece que todos estavam de acordo com a mudança.
A última sessão na Câmara Municipal da extinta Vila Flor aconteceu em 28 de agosto de 1858. A primeira sessão da Câmara na Vila de Canguaretama ocorreu no dia 18 de setembro do mesmo ano. Assim começou a história de um novo município do Rio Grande do Norte: Canguaretama.





terça-feira, 15 de julho de 2014

Festa dos Mártires de Cunhaú resgata história, cultura e religiosidade

Canguaretama investe no turismo religioso


Mais uma festa em honra aos Mártires de Cunhaú, celebrada pela Paróquia Nossa Senhora da Conceição, do município de Canguaretama, terá início neste domingo, 13 de julho. Durante uma semana serão realizadas atividades missionárias na cidade para ressaltar a importância que esse momento representa para a história do Rio Grande do Norte. Uma programação com missas, evangelizações e festejos religiosos será realizada até o dia 20 de julho, quando se comemora 156 anos da paróquia e o aniversário da cidade.
Canguaretama é conhecida pela fé do seu povo, razão essa para o episódio que deu origem aos ‘Mártires de Cunhaú’. No contexto histórico das invasões holandesas no Brasil, 1645, católicos foram martirizados no interior do Estado. Parte deles, dentro da Capela de Nossa Senhora das Candeias, localizada no Engenho Cunhaú, em Canguaretama.
No dia 16 de julho daquele ano, durante uma celebração religiosa, a capela foi invadida por tropas holandesas, dando início às cenas de violência e intolerância. Segundo historiadores, ao perceberem que seriam mortos, os fiéis apenas rezaram.
Recentemente, no ano de 2000, o Papa São João Paulo II beatificou os fiéis, juntamente com outro grupo sacrificado em Uruaçu, proclamando-os Santos Beatos de Cunhaú e Uruaçu Protomártires do Brasil e a capelinha do Cunhaú ficou conhecida como o Santuário do Rio Grande do Norte.
Em homenagens aos fiéis martirizados, uma vez por ano a paróquia Nossa Senhora da Conceição realiza a Festa dos Mártires de Cunhaú. Para o padre da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, José Neto, celebrar essa data é redescobrir o valor do Cunhaú, tanto no contexto histórico, como no religioso.
“A gente se acomodou em não querer redescobrir nossa riqueza cultural e histórica. Por isso que celebrar a data é uma forma de resgatar a nossa história de fé. Cunhaú é um grande exemplo de provação de fé do nosso povo”, disse.
Segundo o padre, a cidade está investindo no turismo religioso, em prol de uma população naturalmente movida pela fé. “Ao chegar a Cunhaú, nós sentimos a religiosidade das pessoas e daqueles que vem de fora especificamente para conhecer um pouco da nossa história”, afirma Padre Neto. “Diariamente recebemos pessoas de todos os locais do RN e de outros estados. Até os próprios holandeses vem conhecer um pouco da nossa história, que também é deles”, disse.
Terra de devoção e destinos turísticos
Na visão do secretário de Turismo de Canguaretama, Paulo César Dantas, investir em turismo religioso é agregar investimentos para movimentação da economia da cidade, do crescimento hoteleiro e desenvolvimento da região. “Temos a religiosidade, mas também temos um altíssimo potencial turístico devido as nossas belezas naturais e a gastronomia. Com o turismo religioso, conseguimos também alavancar outros segmentos”, disse.
O município de Canguaretama, que envolve ainda as comunidades de Cunhaú e Piquirí, possui cerca de 33 mil habitantes. A Praia de Barra de Cunhaú é um dos maiores paraísos ecológicos do estado do RN, com belezas naturais e inúmeras opções de lazer aos turistas.
Nas águas calmas do Rio Cunhaú ou no mar agitado, inúmeras atividades podem ser desenvolvidas. Kitesurf, wake board, passeios em barcos à vela e a motor ou mesmo a pesca esportiva são algumas das atividades que formam um cenário dinâmico e de muita aventura na região.
A Wake’n'Fun, empresa local especializada em wake e esportes aquáticos, investiu cerca de R$ 5 milhões na região para oferecer diversão e aventura a todas as pessoas que venham a frequentar Cunhaú. Com equipamentos exclusivos no nordeste e materiais com tecnologia de ponta, a empresa oferece atividades para diversos gostos: wake board, wake surf, Jet surf, Stand Up Paddle, kayak, fly board, water Wolf, jetovador, aqua buggy, Jet ski, entre outros.
“De um povo formado por base do cultivo da cana-de-açúcar, nos transformamos em um dos destinos mais procurados do litoral potiguar. Estamos em um constante crescimento econômico e o turismo é a nossa principal atividade geradora de emprego. O investimento da Wake’n'Fun em nossa cidade é a prova do nosso potencial econômico”, explicou o secretário de Turismo de Canguaretama.

FONTE: http://jornaldehoje.com.br/festa-dos-martires-de-cunhau-resgata-historia-cultura-e-religiosidade/

Relação completa dos mártires do Rio Grande



Beatificados em Cunháu:
- Padre André de Soveral
- Domingos de Carvalho

Beatificados em Uruaçu:
- Padre Ambrósio Francisco Ferro
- Antônio Vilela, o Moço
- José do Porto
- Francisco de Bastos
- Diogo Pereira
- João Lostau Navarro
- Antônio Vilela Cid
- Estêvão Machado de Miranda
- Vicente de Souza Pereira
- Francisco Mendes Pereira
- João da Silveira
- Simão Correia
- Antônio Barracho
- Mateus Moreira
- João Martins
- Uma filha de Manuel Rodrigues de Moura
- A esposa de Manuel Rodrigues de Moura
-Antônio Vilela, o Moço
- Uma filha de Francisco Dias, o Moço
- Primeiro Jovem companheiro de João Martins
- Segundo Jovem companheiro de João Martins
- Terceiro Jovem companheiro de João Martins
- Quarto Jovem companheiro de João Martins
- Quinto Jovem companheiro de João Martins
- Sexto Jovem companheiro de João Martins
- Sétimo Jovem companheiro de João Martins
- Primeira filha de Estêvão Machado de Miranda
- Segunda filha de Estêvão Machado de Miranda 



Quem foram os Mártires do Rio Grande do Norte?

Dados biográficos são imprecisos pela falta de registros sobre a população do século XVII nas colônias
 
Os nomes das vítimas de Cunhaú e Uruaçu constam de várias crônicas portuguesas do século XVII sobre a guerra contra os holandeses em Pernambuco. As três principais, nas quais o monsenhor Francisco de Assis Pereira baseou-se para elaborar a lista dos 30 mártires propostos para a beatificação, são as crônicas de Frei Manuel Calado do Salvador (in O Valeroso Lucideno e Triunfo da Liberdade, de 1648), Diogo Lopes Santiago (in História da Guerra de Pernambuco) e Frei Rafael de Jesus (in Castrioto Lusitano, de 1679).
Abaixo, relação completa dos mártires, com detalhes biográficos de alguns.
Biografias
Padre André de Soveral
O sacerdote é um dos dois brasileiros incluídos na lista para a beatificação. Nasceu em São Vicente, litoral paulsita, em 1572. Como missionário jesuíta catequizou os índios no Nordeste do Brasil. Depois, já no Clero diocesano, foi pároco de Cunhaú, onde foi morto durante a missa com mais 69 fiéis.
Domingos de Carvalho
Além do padre André de Soveral, é o único dos fiéis mortos em Cunháu, identificado com segurança. Não há informações sobre seus afazeres, mas no corpo foram encontradas moedas de ouro, sinal de que devia ser algum mercado próspero. Há dúvidas se foi morto na capela ou na casa do engenho.
Padre Ambrósio Francisco Ferro
Português dos Açores, foi nomeado vigário do Rio Grande em 1636. Refugiou-se na Fortaleza dos Reis Magos (Castelo de Keulen), após o massacre de Cunháu, junto com mais cinco principais da cidade. Foi levado para a morte em Uruaçu.
Antônio Vilela Cid
Fidalgo, nascido em Castela, Espanha, veio para o Rio Grande em 1613 para assumir por ordens do rei Felipe II o cargo de capitão-mor. Nâo se sabe porque não exerceu a função, mas em 1620 era juiz ordinário em Natal. Casou com Dona Inês Duarte, irmão do padre Ambrósio Francisco Ferro. Acusado pelo chefe Janduí de ter sido cúmplice na morte de um holandês, na capitania do Ceará, foi preso no
Castelo de Keulen por suspeita de conspiração.
Estêvão Machado de Miranda
Um dos principais da capitania do Rio Grande, casado com dona Bárbara, filha de Antonio Vilela Cid. Em 1643 fazia parte da Câmara dos Escabinos, espécie de câmara municipal junto ao governo holandês. Esteve na paliçada do Potengi e foi um dos cinco refêns presos na fortaleza. Junto com ele foram sacrificadas, em Uruaçu, duas filhas pequenas.
Antonio Vilela, o Moço
Filho de Antonio Vilela Cid. Retirado da paliçada do Potengi e morto juntamente com uma filha pequena.
Mateus Moreira
Estava na paliçada do Potengi. Teve o coração arrancado pelas costas e morreu exclamando "Louvado seja o Santíssimo Sacramento".
Antônio Baracho
Também retirado da paliçada do Potengi. Teve o corpo amarrado a uma árvore. Arrancaram-lhe a língua e o castraram, colocando na boca os orgãos genitais. Foi açoitado e queimado com ferros em brasa.
Manuel Rodrigues de Moura
Resistente da paliçada do Potengi. Foi levado para o sacrifício com a mulher, que os cronistas não identificam o nome. Relatam apenas que, depois de morto o marido, ela teve os pés e as mãos amputados, sobrevivendo ainda por três dias.
João Lostau Navarro
Nascido em Navarra, a época incorporado à França de Henrique IV. Um dos mais antigos moradores da capitania do Rio Grande. Tinha uma "casa forte" na praia de Tabatinga, invadida por Jacob Rabbi após o ataque em Cunhaú. João Lostau resistiu e foi preso no Castelo de Keulen. Era sogro do tenente-coronel Joris Garstman, comandante holandês que governou o Rio Grande de 1633 a 1637.
João Martins
Jovem que liderava um grupo de sete companheiros. Pariciparam da resistência na paliçada do Potengi. Em Uruaçu foi convidado a passar-se para o lado dos holandeses. Como recusaram, foram mortos. João Martins foi o último a ser executado, após ter sido obrigado a presenciar a morte dos amigos.

FONTE: http://www.tribunadonorte.com.br/especial/martires/martires_algoz.htm

Católicos relembram Mártires em Canguaretama

Publicado na Tribuna do Norte em 15 de Julho de 2014
Link: http://tribunadonorte.com.br/noticia/catolicos-relembram-martires/287761
Valdir Julião
repórter

A comunidade católica de Canguaretama homenageia nesta quarta-feira, os 369 anos do Massacre de Cunhaú, como se chamava o engenho de açúcar da família Albuquerque Maranhão, onde, no século 17, tropas dos invasores holandeses protestantes  assassinaram 69 pessoas por não abjurarem a fé católica. As celebrações começaram no domingo e vão até o próximo domingo (20), na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. O padre José Pereira da Silva Neto dirige a paróquia há um ano e meio, e disse que o seu intuito “é tentar redescobrir o valor histórico, cultural e religioso da capelinha de Cunhaú.” Padre José P. Neto vem de uma experiência de dois anos como auxiliar na paróquia de Santa Cruz, onde contribuiu para a construção do monumento religioso em homenagem a padroeira daquele município da região do Trairi, Santa Rita de Cássia.Para o pároco de Canguaretama, é preciso resgatar o papel histórico-religioso da capela: “Em 1949, Câmara Cascudo já dizia que Cunhaú era o santuário histórico do Rio Grande do  Norte, precisamos valorizar aquele espaço onde o padre André de Soveral e seus companheiros deram à vida por Jesus Cristo”.

O religioso lembrou, ainda, que o falecido arcebispo  emérito de Natal, dom Nivaldo Monte, dizia que “Cunhaú era o marco religioso mais importante do Brasil, porque foi lá que os primeiros mártires brasileiros morreram por causa da fé católica”.

Segundo o padre, depois da restauração da capela pela Fundação José Augusto, em 1995, Cunhaú não recebeu novos investimentos, além de uma estrada asfaltada. A capela preserva a sua fachada original, lá ainda existe um arco original em pedra-sabão vindo de Portugal, mas, não tem quase nada além disto.

“Tudo é muito novo, tudo está renascendo, teve uma efervescência em 2000 com a beatificação dos protomártires de Cunhaú e Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante (a ser comemorada em 3 de outubro) pelo papa João Paulo II, e agora estamos tentando resgatar o afeto e devoção dos potiguares aos santos mártires”, disse o padre José Neto, que defende uma restruturação de Cunhaú: “Nós temos um santuário de 750 metros quadrados que está com sua infraestrutura comprometida, muito precária, o romeiro vem por curiosidade, mas não volta.”

O historiador Francisco Galvão escreveu um livro sobre o massacre de Cunhaú, que deve ser publicado em 2015.  “Não deu tempo pra lançar agora, porque está  passando por correção”. Ele lembra que o morticínio de 16 de julho de 1645 é um marco para o município de Canguaretama, situado 76 km ao sul de Natal: “Quando as pessoas passam a conhecer um pouco mais da história, vê que é um marco católico para o Estado e para o Brasil”.

Francisco Galvão disse que o povo guardou na memória o massacre de 1645 durante todo esse tempo, “até que Câmara Cascudo e a Igreja Católica retomou a história oficial na primeira metade do século XX”.

Segundo Galvão, o engenho Cunhaú era a propriedade rural mais poderosa para a economia do Rio Grande do  Norte no século XVII. “Na cabeça das pessoas ficaram resquícios da religiosidade popular, elas não sabiam explicar direito, mas sabiam que alguma coisa tinha ocorrido ali, isso se aliou à história oficial”.

Para Galvão, o massacre de Cunhaú tem uma importância nacional, “porque ali nasceu o sentimento de brasilidade, foi quando se pensou em ser brasileiro”.  A pressão dos holandeses para que os católicos renunciassem à sua fé, “revoltou quem morava na colônia, fazendo com  que as pessoas se unissem para expulsar os holandeses”.



Programação
Festa religiosa de Cunhaú

Dia 15
8h00 - Visitação Setor Piquiri e Outeiro (Grupo de Oração NSF)
15h00 - Evangelização – Juventude
19h00 - Vigília de Oração - Capela Santuário

Dia 16
5h00 - Alvorada Festiva
8h00 - 2ª MartBike (saindo do Cruzeiro para a Capela do Cunhaú)
10h00 - Louvor de Acolhimento no Santuário Chama de Amor
12h00 - Adoração – Santuário dos Mártires
15h00 - Terço da Misericórdia – Santuário dos Mártires
15h30  - Show Louvor - Campo dos Mártires
17h00 - Missa Solene dos Mártires

Dia 17
9h às 12h - Adoração nas famílias (todas as comunidades)
15h00 - Evangelização – Setor Conj. Abel Vieira, Sertãozinho, Bosque das Palmeiras-Salém e Conj. Pastor José Fernandes - Juventude.
19h00 - Missa – Conj. Pastor José Fernandes.

Dia 18
8h00 - Visitação Setor Centro, São José, Lagoa de São João, Vila Vinten, Cercado Grande, Conj. Ana Catarina.
15h00 - Evangelização – Juventude
19h00 - Missa – Vila Vintém

Dia 19
9h00 - Visitação Setor Barra do Cunhaú e Vila Flor
15h00 - MartFest
19h00 - Bênção do Santíssimo Sacramento

Dia 20
7h00 - Missa – Matriz
9h00 - Encontro com as crianças
9h00 - Confissões – Santuário
10h30 - Missa no Santuário
19h00 - Missa Solene de Encerramento e Comemoração – Matriz
20h00 - Chá partilhado de Comemoração

domingo, 13 de julho de 2014

Canguaretama na telinha da Rede TV

 
O Programa Mundo Rural vai mostrar Canguaretama neste terça-feira (13/07). Quem quiser assistir terá que sintonizar a Rede TV RN pelo anal 17, em Natal. Pela TV a cabo sintonizem o canal 21. O programa Mundo Rural é apresentado por Prefeito Locutor e pode ser acessado pela INTERNET no site , que mostra toda a programação em tempo real. Mesmo quem não puder acompanhar, é só procurar no buscando programa Mundo Rural.